O "vídeo íntimo" que vazou na web e está causando alvoroço em Brasília mostra que o próprio casal filmou o ato sexual. Nas cenas em que aparece fazendo sexo, a assessora parlamentar Denise Leitão Rocha dá a entender que a máquina fotográfica usada para a filmagem é dela.
Logo no início do filme, o parceiro de Denise pergunta:
-"Tá filmando"?
Ela confirma.
Nove segundos depois, ele repete para se certificar:
-
"Tá filmando mesmo?"
E ela pede a máquina:
- "Deixa eu ver".
O vídeo tem duração de 2 minutos e 56 segundos e mostra todo o ato sexual entre eles, com close nas partes íntimas dos dois na maior parte do tempo.
Além da enorme tatuagem de fênix na dorsal e outra acima da virilha de patinhas de cachorro - tattoos idênticas às que Denise exibe em fotos de biquíni -, as imagens mostram que ela tem um piercing no umbigo.
Na cama de lençóis azul e verde, há ainda um crachá de trabalho. Na sequência, é possível ver também closes do rosto dos dois.
"Assessora Furacão" diz que entrara na justiça contra autor do vazamento do vídeo - A assessora parlamentar Denise Leitão Rocha, funcionária do gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI), decidiu entrar de férias para evitar a polêmica em torno de um vídeo recheado de cenas picantes que vazou no Congresso e a teria como protagonista.
Denise estava sempre presente na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira, já que Ciro Nogueira é membro da comissão. Ontem, ela afirmou a reportagem do jornal "EXTRA" que esta estudando uma forma de entrar na Justiça contra o autor do vazamento, mas não soube informar quem seria a pessoa.
— "Não sei o que é esse vídeo. Não vi. Estou tomando medidas judiciais. É o meu trabalho" — justificou.
Loura, bonita, dona de uma muitíssimo bem localizada tatuagem de fênix, Denise Leitão Rocha é o assunto do Congresso há uma semana, desde que o tórrido vídeo vazou misteriosamente, e passou por nove entre dez celulares e tablets do Senado Federal.
Diante da polêmica em torno de seu nome, Denise saiu de férias e é tema proibido entre seus colegas.
— "Eu trabalhei muito pouco com ela. Nossos horários eram diferentes, mal nos falávamos" — saiu pela tangente um colega.
— "Parece que ela saiu de férias "— respondeu outro.
De acordo com seus colegas, Denise mal parava no gabinete. Por ser contratada por regime especial de frequência, ela não é obrigada a bater ponto por lá. Nenhum deles soube explicar quais eram suas funções no Parlamento.
— "Eu estou ali para advogar, não estou para palhaçada" — defendeu Denise, que tem registro na seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).



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