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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Brasil tem as melhores Universidades de toda a América Latina. USP, UFRJ e Unicamp estão entre as 10 tops.


O ensino superior do Brasil vai bem, pelo menos se comparado apenas com as universidades latinas. É isso que mostra um ranking divulgado hoje pelo QS, grupo britânico responsável por uma das principais classificações universitárias do mundo, a Top Universities. 

A listagem das melhores Universidades de América Latina traz a USP ( Universidade de São Paulo) como a melhor universidade da região. Entre as dez primeiras há mais duas brasileiras: a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas -3º lugar) e a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro - 9º lugar ). 

As demais instituições do topo são do Chile, do México e da Colômbia. Nesta edição, o Brasil tem 65 universidades entre as 250 melhores da região. 

Isso significa que uma em cada quatro universidades de qualidade nos 19 países latinos analisados pelo QS é brasileira. 

Segundo Catarina Roscoe, consultora do QS, o bom desempenho se deve a um investimento maior em educação. "O governo brasileiro tem claramente priorizado o investimento em educação. A porcentagem da despesa pública investida em educação cresceu de 10,5% em 2000 para 17,4% em 2008", diz. 

Ainda assim, os resultados não chegam a ser tão animadores para todo o país. A UnB (Universidade de Brasília), por exemplo, caiu do 11º lugar no ranking passado, quando foi feita a primeira edição latina, para o 25º, ultrapassada por seis brasileiras. A queda da UnB pode estar relacionada a problemas no envio dos dados analisados -como a quantidade de professores com doutorado (o que vale 10% da nota que cada universidade recebeu).  

Para o matemático Renato Pedrosa, coordenador associado do Centro de Estudos Avançados da Unicamp, os rankings não contam "toda a história". "Mas, se interpretados apropriadamente, podem indicar a direção de um sistema de ensino superior." 

- "O Brasil e a América Latina têm um longo caminho a percorrer. Talvez entender como Reino Unido, Austrália, Hong Kong e Coreia do Sul têm trabalhado seja um começo", afirma Pedrosa.

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