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sábado, 10 de março de 2012

Policia Federal pode assumir investigação sobre morte de vereador petista em SC.



O vereador Marcelino Chiarello foi assassinado ou ele teria mesmo cometido suicídio? Essas e muitas outras perguntas sobre a morte do vereador da cidade catarinense de Chapecó permanecem sem resposta desde o dia em que ele foi encontrado morto, em dia 28 de novembro de 2011.

As investigações sobre o caso não avançaram, e petistas cobram uma ação firme da justiça – incluindo a intervenção da Polícia Federal. “Nós já encaminhamos o caso para o Dr. Gurgel, Procurador-Geral da República. Ele se mostrou sensível à possibilidade de solicitar a federalização, e daí começa a atuação do Ministério da Justiça”, declarou o deputado federal Pedro Uczai, que não acredita na tese de que Chiarello tenha tirado a própria vida.

Segundo Uczai, que foi prefeito de Chapecó e conviveu com Chiarello, se as investigações saírem da competência da justiça catarinense, o Ministério da Justiça está pronto para colaborar. “O ministro da Justiça colocou-se à disposição, junto com ele toda a Polícia Federal, para contribuir e investigar. Mas isso depende da decisão do Superior Tribunal de Justiça para deslocar a competência e assim proceder as investigações, o que a gente chama de federalização deste caso”, explicou o parlamentar.

O presidente do Partido dos Trabalhadores diretório de Santa Catarina, José Fritsch, manifestou indignação com o andamento das investigações que estão sendo realizadas pela policia civil catarinense. Segundo o dirigente, falta empenho. “Eu acho que está na hora de se tomar uma providência porque eu acredito que a polícia civil de Santa Catarina está muito comprometida com a não investigação. Porque já faz 100 dias e nenhuma conclusão chegou, a não ser especulações de que o vereador teria se suicidado” – afirmou Fritsch.

Fritsch, que também já foi prefeito de Chapecó, ressaltou que a população do município está sem resposta e que a maioria acredita que o vereador Marcelino Chiarello foi assassinado. “Segundo pesquisas feitas no município, mais de 90% da população acredita numa verdade: o vereador Marcelino Chiarello foi assassinado, e que é caracterizado crime político. Há toda uma indignação por conta da atuação da polícia civil de não elucidar, não buscar, as provas que já foram mostradas” – ressaltou.

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