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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Senador Petista Humberto discursa no Senado contra a corrupção e elogia investigações em andamento.



Em discurso no Plenário do Senado na tarde desta quarta-feira (24/8), o líder do PT no Senado Federal, Humberto Costa, destacou a eficiência dos órgãos de controle brasileiros, a exemplo da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), no combate à corrupção na máquina pública nos últimos anos. O petista reclamou da tentativa dos partidos de oposição de desvirtuar os reais problemas enfrentados no País, como as ações tomadas neste mês para combater a crise econômica global, e de tentar criar factoides, inventando Comissões de Investigação Parlamentar (CPIs) sem critérios, que, muitas vezes, servem apenas para abastecer os noticiários.

“Na falta de ideias e projetos para o País, a oposição pretende, com isso, obter espaços privilegiados no noticiário para tentar sobrepor–se às ações de governo e às medidas que estão sendo tomadas para enfrentar a grave crise econômica global. Até mesmo companheiros de boa fé – que sinceramente querem a adoção de hábitos mais honrados no trato da coisa pública – têm se iludido com esse engodo”, disse o senador, logo no início de seu discurso.

O líder do PT lembrou que o fato de mais investigações estarem sendo realizadas pelos órgãos responsáveis na atualidade demonstra o cuidado que o governo do PT tem para não calar e não consentir perante os corruptos. “A percepção de que cresceu a corrupção no Brasil tem uma contradição de origem. Quanto mais se combate e se descobrem casos de corrupção, mais cresce a impressão de que ela se espalha indistintamente por todas as esferas de poder. Sendo assim, a divulgação continuada de novos casos de corrupção não significa que ela esteja se espalhando, mas sim que os mecanismos de controle e repressão estão sendo eficientes ao impedir mais uma tentativa de fraude contra os cofres públicos”, declarou, completando: “Omite-se (na mídia) o trabalho, a dedicação e o espírito público dos funcionários que impediram o assalto ao Tesouro Nacional”.

Humberto citou ainda números que compravam este combate na prática: “Os resultados da nova configuração podem ser auferidos, mês a mês, pelo número de funcionários públicos punidos por corrupção. Entre janeiro de 2003 e julho deste ano, houve 2.812 demissões, 204 cassações e 281 destituições. (…) Saindo do zero, o primeiro ano do governo Lula fechou com dezesseis operações (da Polícia Federal), chegando a 2010 com cento e vinte e quatro operações (124). Neste ano, cento e quarenta e uma (141) foram realizadas. O número de presos acompanhou esse crescimento: foram apenas duzentos e vinte e três (223) em 2003, contra dois mil, seiscentos e sessenta e três (2.663) no ano passado e novecentas e vinte e três (923) somente em 2011″. E finalizou elogiando as atitudes tomadas pela presidenta Dilma e pelo ex-presidente Lula: “A verdade indiscutível é que, nos últimos oito anos e oito meses, o Estado brasileiro passou a ter novos instrumentos de controle e transparência”.

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